About

DUDU TRESCA

©DuduTrescaNesses últimos 50 anos, dediquei-me intensamente à fotografia.
Iniciei como fotógrafo de espetáculos teatrais fotografando Marilia Pera e não parei mais. Logo fui trabalhar no estúdio da Editora Abril, dirigido então por Chico Albuquerque, onde prestei serviços à praticamente todas as publicações. Em seguida foram 2 anos clicando moda para Regina Guerreiro. Depois abri meu primeiro estúdio onde fotografei para várias agencias e revistas nacionais e internacionais.

No inicio dos anos 80, comecei uma série de 18 reportagens para revista "Via Cinturato" da Pirelli, viajando "off-road" por todo o Brasil.
Publiquei varios livros: "Rio Grande do Sul. Impressões", "Maracá. Rain forest project", "Taim & Pembrokeshire", "Caminhos Brasileiros", "São Paulo, Corpo e Alma", "Estações Ecológicas", e "Brinquedos, Arte Arteira".
Com a chegada do digital, redescobri o “laboratório” fotográfico, fazendo fusões e, mais do que isso, mexendo nas luzes, cores, contrastes... meu segundo clic.

Hoje, continuo trabalhando para agêncas de propaganda, corporações, revistas de grande circulação e mergulhei na fotografia imersiva realizando fotografias panoramicas e projetos virtuais como esse: “Istanbul, European Capital of Culture, 2010” project.

Leia a materia abaixo que saiu na Digital photographer nº 10.

Livros - Books:
1984
 Rio Grande do Sul. Impressões
1988
 Maracá. Rain forest project
1989 Taim & Pembrokeshire
1989 Caminhos Brasileiros
1989 
São Paulo, Corpo e Alma
1991
 Estações Ecológicas
1992 Arte Arteira 1992

Exposições - Exhibitions :
2016-17 Los Roques - "Lá no Póio" - Barra do Sahy - Litoral norte - SP
2016 - Los Roques e Istanbul - galeria Cristal

2014 - Los Roques - espaço Kendai

2013 - Cyprus island – Karpas Gate Marina – Chipre

2011 - Los Roques - Astrolabio

2010 - Los Roques - Madalena Bar 
2008 - Istanbul em 360º - TJK jockey club - Istanbul
 - Turkey
1989 - Pembrokeshire/Taim MIS - SP,

Itinerante: Porto Alegre. Curitiba, Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Manaus, Campinas, São José dos Campos

1987 - Maracá Rain Forest no MIS - SP. 

Itinerante: Rio de Janeiro (Academia Brasileira de Letras), Brasilia, Salvador, Recife, Belem, Manaus, Porto Alegre, Campinas, São José dos Campos e Londres nos salões da Royal Geographic Society.

 


I have been working and living photography for the last 50 years.
I started photographing theater plays and, from that momment on, I've never stopped. Just after my graduation in philosophy, at "Lycée Français" of São Paulo, I worked at "Editora Abril", the largest magazine publisher of South America.
I kept on going with photos for big advertising agencies, corporate projects as well as many works for magazines.

In the early 80's, I started a set of 18 projects for the "Via Cinturato" magazine published by Pireli. All them telling about a sort of "hiden Brazil", reached more through adventure than through roads...
In the early 90's, I started publishing book sponsored by big companies: "Rio Grande do Sul, Impressions" for Panatlantica, "Maracá - Rain Forest" and "Taim - Penbrokeshire" for Lloyds Bank, "Brazilian Routes" for Scania, "São Paulo, body & soul" and "Toys, arts & artists" for locals companies.
When computer came to photography, I rediscovered the photo lab. A virtual lab where I can touch colors, lights and contrasts... my second glance, my second shoot.

Today I continue my works for advertising, and "dive" the web through "immersive images". Today I’m focusing my work in virtual reality and panorama photography doing jobs and projects like showing Brazil on my web www.br360.com.br, or cities like Istanbul for “Istanbul, European Capital of Culture, 2010” project.

 


O retrato da Paisagem

Sair do clichê. Construir uma imagem desde a sua concepção mental até a pós-produção. Com as imagens feitas no arquipelago Los Roques, Dudu Tresca, cria pequenos poemas, onde cores e formas dão a métrica, o ritmo do que ele quer contar.
Fotografias que facilmente poderiam se bastar por si próprias visto a beleza do lugar. Mas não é o que vemos nesta mostra: a escolha acertada do recorte deixa claro que a natureza - de forma positiva- se deixou capturar por Dudu. O resultado são imagens instigantes onde nos perdemos nos inumeros detalhes - que aparentemente inexistem - mas basta um olhar mais atento para percebermos a sutileza da composição. Significados que não se apreendem à primeira vista. É preciso parar, olhar e porque não, sonhar.
Um olhar educado que descobre o inesperado dentro do banal e reconstrói o que já esta pronto. Elementos que se reagrupam se redefinem.
Não mero registro, mas sim um retrato da paisagem onde ela é mera coadjuvante e o fotógrafo o protagonista da história.

Sinonetta Persichetti
Jornalista/curadora